"Porque mais importante do que se preparar para o futuro das profissões, organizações e relações, será se preparar para as profissões, organizações e relações do futuro", afirma Ligia Zotini, pensadora de Futuros.

Estamos vivenciando a migração da hard economy ou economia dura, que é a economia antiga, advinda da revolução industrial, onde as pessoas eram valorizadas e aplaudidas por fazerem o máximo de dinheiro e trabalho com o mínimo de recursos.

Trabalhos repetitivos que causaram um custo muito alto para o ser humano que precisou abrir mão de si mesmo e de outros pilares importantes e essenciais de sua vida, em troca, de horas e horas de trabalho, negando sua própria vida e convivência familiar, para que o melhor produto ou serviço fosse entregue no menor prazo com a maior qualidade possível.

Já na soft economy ou economia leve e mais sutil, ela abre espaço para novas dinâmicas de mercado, como a economia circular , digital, economia 4.0, compartilhamento e acesso, possibilitando que as pessoas se libertem de trabalhos onde são usadas como máquinas para atividades que privilegiam competências humanas, como a criatividade, compartilhamento, curadorias, cuidado e empatia, pois através delas, é possível desenvolver melhores e mais leves matrizes de profissões, organizações e relações - finaliza Ligia.

Por aqui, estamos empenhadas em co-criarmos o futuro desejável com base nos pilares da soft economy, para que mais mulheres empreendedoras possam migrar da mentalidade e comportamento da hard economy para a soft economy vivendo em flow performance, atuando com seu talento natural, onde o esforço será menor e seus resultados melhores e satisfatórios, tendo a qualidade de vida, como primícia em seus negócios e atividades.

E vocês futuretes? Acreditam que estão atuando na hard ou na soft economy?

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