"O que é meu é cada vez mais seu "

Essa é a proposta do consumo colaborativo.

Para Rachel Botsman especialista nesse tipo de consumo, afirma que é a reinvenção de antigos comportamentos mercantis.

É sobre compartilhamento e troca, comércio e aluguel, por meio de tecnologias em escala e formas nunca antes possíveis.

As pessoas querem cada vez mais o benefício e a experiência que as coisas proporcionam, não as próprias coisas.

O novo consumidor em vez de comprar uma coisa, acumular, ele opta em adquirir o serviço ou a experiência que o produto ou serviço proporciona.

E foi reforçando essa tendência que privilegia o uso à posse, que a americana Urban Outfitters lançou recentemente o serviço em que o cliente paga uma assinatura mensal e tem o direito de alugar roupas para o dia a dia e devolve-las em 30 dias de uso.

O consumo colaborativo diferentemente do modelo que produz para as pessoas comprarem muitos itens, passa a ser o de despertar o interesse das empresas em desenhar e manter um produto capaz de ficar em uso por um longo tempo.

Impulsiona negócios mais criativos e sustentáveis, desbloqueando o potencial social, econômico e ambiental de ativos subutilizados.

Basta olhar para você e para sua casa. Por toda parte, tem coisas, habilidades, espaços cheios de potencial de uso que pode ser desbloqueado e utilizado por outras pessoas que necessitam do que você tem e que está aí parado e ocioso.

Agora pensando como empreendedora, olhando para o seu negócio, que experiências você pode proporcionar para o seu cliente a partir da ideia do consumo colaborativo?

Em breve, através do Colaborative, nossa plataforma de netweaving, você poderá experienciar o consumo colaborativo na prática.

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